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domingo, 6 de fevereiro de 2011

O que é mais abstrato


do que o amor?
 Ele não tem forma nem cor, mas é o que me faz parar o coração. 
A gente busca incessantemente essa sensação de enfartar de amor, de senti-lo pulsando e estourando nossas veias. Que outra coisa nos leva a isso?
 O que mais justifica todos os poemas, todas as músicas, toda a angústia e inspiração do mundo? 
Só ele, o amor. A pintura abstrata que muita gente já não aprecia mais.
 Em busca de retratos reais, a gente se joga nas cordas do comodismo, esquecendo o verdadeiro motivo de estarmos aqui.

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